+MOSTRA 1.0

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ÚTERO portanto COSMOS (2002-2008) – Agnus e Nardo

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Agnus Valente e Nardo Germano (São Simão/SP, Brasil), em ÚTERO portanto COSMOS (2002-2008), nos apresentam coleções híbridas de meios, sistemas e poéticas, as quais descobrimos a cada movimento do mouse pela tela escura. Artistas e obras representativos da história da arte contemporânea brasileira, sobretudo da Poesia Concreta, e da arte e tecnologia retornam à memória do público a partir das conexões propostas nesse espaço, por meio da “poesiavisualdigital”. Interlocuções possíveis se desvelam.

 Labirintos Invisíveis (2009-2012) – Andrei Thomas

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Labirintos Invisíveis (2009-2012), de Andrei Thomaz (Porto Alegre/RS, Brasil), propõem que o interator percorra o seu caminho ultrapassando paredes visíveis ou invisíveis, mas sempre barreiras. Este gamearte apresenta duas mecânicas, na primeira, desafia-nos a transpor as barreiras que só podemos perceber quando esbarramos com elas, mas ao invés de desvendá-las, o artista induz a criar estratégias para encontrar a saída.Já, na segunda, as paredes visíveis se apagam ao percorremos o caminho, mas elas continuam boqueando o interator, que mesmo sem visualizá-las, não consegue ultrapassá-las.

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Flux & Reflux la caverne  d’Internet Décriplage citoyen du média (2011-) – Fred Forest

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Fred Forest (Máscara, Argélia Francesa), um dos pioneiros no uso dos novos meios, também parte de um viés crítico que já lhe é característico, como em sua participação na Bienal de São Paulo de 1973, que lhe rendeu horas preso pelo DOPS. Se naquela oportunidade o seu foco era o regime militar, na obra Flux & Reflux la caverne d’Internet Décriplage citoyen du média (2011-) sua crítica faz de sujeito a Caverna de Platão e de objeto suas sombras, metaforizando a internet e seus usuários. O interator se depara com vídeos da internet selecionados pelo artista em um banco de dados aleatório, entre alguns dos temas: política, violência, economia, solidariedade e entretenimento. Selecione um, insira seus comentários, se deixe seduzir pela caverna, mas perceba também as gotas que caem lentamente “como um antídoto ao caos e a fúria das imagens que enfrentamos no cotidiano”. A instalação realizada em 2011 no Centre d’artle LAIT d’Albi, não requer mais um espaço físico, mas toma como ciberespaço como lugar.

Glitched landscapes (2013) – Giselle Beiguelman

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Glitched landscapes (2013) de Giselle Beiguelman (São Paulo/SP, Brasil), apresenta paisagens urbanas e evidencia a desordem dos grandes centros. Faz-se presente a estética do ruído, principalmente o glitch, e imagens  ragmentadas que disponibilizam experiências audiovisuais em rede. A artista propõe um jogo visual entre imagens estáticas e em movimento a fim de questionar nossas próprias percepções e modos de olhar. “(…) veja com as mãos, pense com os olhos”.

 Gavetas (2005) – Henrique Roscoe

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Gavetas(2005), de Henrique Roscoe (Salvador/BA, Brasil), nos fala sobre memórias, coleções e compartimentos que criamos com o tempo. Somente quando abrimos as gavetas, podemos conseguir misturas incríveis e inimagináveis. Os elementos destas coleções são recontextualizados cada vez que abrimos uma gaveta e eles revelam novas combinações e potenciais criativos.

O ARTISTA ESTAH TELEPRESENTE (2013) – Mimo Steim

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A ironia também dá o tom à obra de Mimo Steim (dados não revelados) O ARTISTA ESTAH TELEPRESENTE (2013). Mas aqui a crítica é ao público e ao seu papel. O artista está conectado o tempo todo e conduziu suas relações sociais apenas ao ciberespaço, é desta perspectiva que ele emite julgamentos ao interlocutor.

Random Exhibition Title Generator (2010) – Rebecca Uchill

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Já pensou em ser curador? Ter um nome atrativo para sua mostra é imprescindível. Em Random Exhibition Title Generator (2010), Rebecca Uchill (Cambridge/MA – EUA) , propõe um gerador aleatório de nomes para curadorias. A obra satiriza as curadorias contemporâneas e seus nomes pomposos e repetitivos. Realizado no âmbito do MIT, o projeto da curadora independente revela ao público uma crítica às curadorias a partir da coletânea de palavras capturadas de nomes de mostras, artigos e expressões oriundas do universo da arte.

 History of Art for Airport (1997) – Vuk Ćosić

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History of Art for Airport (1997), de Vuk Ćosić (Belgrado, Sérvia), representa a história da arte de forma bem humorada e crítica, sintetizando as formas a partir dos padrões de design de placas e sinalizações comuns em aeroportos. A obra, ainda dos anos 90, denota a importância do artista, que é considerado figura seminal na história da arte digital, amplamente reconhecido como criador do termo” net.art “em 1995. Devido sua relação com a arqueologia, diversas obras vinculam-se à narrativa histórica. Ćosić utiliza caracteres ASCII (American Standard Code for Information Interchange), como os pequenos pontos ou pixels de imagens de impressão ou vídeo, transformando-os em caracteres ASCII para formar uma nova imagem estática ou vídeo. Também trabalhou com ASCII em movimento, áudio e câmera.

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